“(...)Mas, para falarmos um pouco das(...)artes, não é a sede da glória que excita os homens a inventar e transmitir à posteridade todas essas artes(...)Enfim, à loucura é que vós deveis os principais prazeres da vida, e com isso tendes a doce alegria de desfrutar da loucura alheia(...)
O ELOGIO DA LOUCURA
Erasmo de Roterdã
1508
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
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